encontro-me a reler o livro "
cronicando" de
Mia Couto, é, como sempre, linguisticamente desconcertante. É um prazer admirar a forma como ele "desarranja" as palavras. Recomendo vivamente as seguintes crónicas
o viajante clandestino;
o gato nacional;
pingo e vírgula e
no zoo-ilógico. Fantástico!!!