peguei no telefone,
carrguei no 4 e na tecla verde,
apareceu "vóvó".
despachamos o guga e fomos
a um estádio de futebol ver o filme, em dia de jogo...
Não descobri onde fica o ponto G da marta. mas estive perto. Esperava algo um pouco banal, 'amaricano'. E por aí surpreende, para uns bem, para muitos mal.
É parado, espectante. O maior elogio que receberá é o de dividir, em extremos, opiniões. Falta-lhe algo, é certo. E é essa falta que lhe dá a sua sensualidade. Não resiste a alguns lugares comuns do cinema actual. A rápida passagem pelo bar de 'strip'. Para quê? Tinhamos perdido alguma coisa se a cena se passasse numa loja de conveniência? Tokio retratado. A futilidade de nossas vidas. O trabalho como fuga à verdade. Como forma pré-aceite de objectivar o dia-a-dia. Não haverá algo mais? «O objectivo da vida não é a manutenção do bem-estar, mas sim um certo reforço, um certo refinamento da consciência, algum aumento do saber... - coisa que - pensou o Administrador - pode muito bem ser verdade mas é inadmissível nas circunstâncias actuais». (Admirável Mundo Novo, p.185).