O Hélder vivia em Setúbal, trabalhava na polícia e estudava Educação Física na Lusófona.
Segunda-feira de manhã, esperou que a mãe saisse de casa, pegou no revólver, abriu a boca e disparou. E deixou as suas últimas palavras num blog.
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Amiguitos, se algum dia sentirem a vossa cabeça a avariar, telefonem-me antes.